quarta-feira, 30 de julho de 2008

Espere um pouco, isso não é o melhor.

Pense por um momento:

Nos amigos ao redor de uma mesa conversando sobre tudo; dando risadas altas e expressando uma nova piada com uma empolgação infantil que enche todo mundo de alegria. Pense nos abraços, nos beijos e também nos apertos de mão. Pense num dia ensolarado e esses mesmos amigos indo para praia juntos. Mais garagalhadas, mais alegria, mais amizade, mais vida.
E os nossos pais e irmãos? Nosso pai trazendo um presente novo ou carregando a gente até a cama e depois nos cobrindo. Pense em sua mãe, preparando aquela comida que faz você babar. ense nas brincadeiras e nas aventuras que você fez com seus irmãos. Pensem até na discussão de quem ficaria com o último biscoito do pacote.
Pense na vida. No sol, na lua, nas estrelas e no céu. Nos prédios, nas casas, nos caros. Pense em tudo o que você puder pensar e quando você se encher de alegria e de amor por essas coisas, fique sabendo que o Criador irá fazer algo muito melhor para gente, lá na nossa morada.
Não perca essa idéia do seu pensamento. Tudo aqui é apenas um esboço do que vai rolar lá.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Plantados na comodidade

- Ele ergueu a cabeça! Ele ergueu a cabeça! Depois de muitos anos, acostumado a viver com a cabeça baixa, ele a levantou e até sentiu uma dor no pescoço! E viu a cor deslumbrante daquele véu que cobria toda terra. E ousou sonhar. Perdido há muito entre os escombros da vida, da perda sem o porquê e das lágrimas silenciosas, ele pensou que poderia seguir de outra forma.
- Sério? Você realmente quer dizer que ele decidiu seguir diferente como uma pessoa decide que o ovo será mexido em um dia e no outro, não? É isso?
- É, é isso, foi assim mesmo. Ele pensou que podia e acreditou nisso. Sem entender muito, ele saiu de uma posição negativa para uma positiva. E sem entender mais ainda, depois de tanto sofrimento, ele aprendeu a amar a dor.
- Não, Não. Ai você já está brincando com a gente. Ele aprendeu a amar a dor? Assim como você ama um bom filme ou ótimo momento com os amigos? (Risos debochados).
- Talvez sim ou talvez não. Não pode ele amar quem quiser? Ele disse que aprendeu a gratidão verdadeira e disse que muitos pensam que são pessoas gratas. É estranho, mas quando estou com ele nem sinto muita confiança, embora ele tenha muito, mas sinto um incômodo. Com ele pode amar os obstáculos e levantar as mãos e ainda agradecer a Deus? ... É eu sei, é por causa a verdadeira gratidão. Bom, ele saiu do lugar comum e seguiu. Seguiu e seguiu. Com uma nova perspectiva em relação à vida. É mais estranho do que o estranho o fato de ele dizer que saiu da cova para vida. Ah, já ia me esquecendo.
- O quê?
- Ele disse que podemos aprender com ele.
- Aprender? Assim como eu aprendo matemática com meu professor e a ser uma boa pessoa com os meus pais? Não pode ser!
- Pode, ele disse. Ele conseguiu sair do zero, sair das lembranças ruins, dos pensamentos amargos, da dor que ceifa a beleza da vida, do infortúnio de ser quem ele não é, de ter pena dele mesmo. E decidiu. E saiu. E foi e não voltou mais para esse mesmo lugar. E ainda mais, ele um dia será uma lenda ou herói!
- Hahaahhaha, ai você pegou pesado. Ele? Uma lenda? Um herói? Assim como o homem morcego e super-homem? Nunca.
- Não ao nunca, ele vai ser.
- Como ele vai ser?
- Ele saiu do lugar comum e foi além, não é?
- Sim, o que isso tem a ver?
- É que eu e você vamos ficar aqui.
- Aqui? Assim como uma árvore fica num local por toda sua vida?
- É.
- E por que a gente não sai?
- Porque a gente não decide.
- É, pensando bem, ele vai ser uma lenda, não discordo mais disso.

E ele continuou a viver a vida de forma diferente. Embora os acontecimentos que antecederam essa decisão não mudaram muito, tudo mudou, simplesmente porque ele decidiu. E conforme ele seguiu... no mundo que tem tanta “gente que faz escolhas óbvias”, ele foi se tornando uma lenda, um herói. Não porque ele fosse especial, mas porque ele decidiu, e os outros... Bom.... os outros... como posso dizer?... ah... Vou falar a verdade mesmo, os outros se tornaram árvores e ficaram ali, por todas suas vidas.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Perspectivas críticas.

Estou convencido que boa parte dos nossos problemas são questões de perspectivas. Ângulos pelos quais são visto determinados pontos, assuntos ou circunstâncias. Pensem comigo.
Se Deus existe , por que nascem crianças defeituosas? Uma boa pergunta, não é mesmo? Mas quando penso nesse assunto eu sempre me volto para os pensamentos do dr. Paul brand. A grande maravilha não é um bebê nascer defeituoso, mas sim o nascimento de milhões deles saudáveis. E se você parar para estudar a complexa bioquímica que envolve o nascimento de uma criança, ficará supreso com fato de uma criança poder nascer perfeita. Se Deus não existe, por que nascem crianças saudáveis?
Um dia, uma família recebe um telefonema. O pai deles está morto. Um ataque cardíaco fuminante. Um dos filhos, cristão, acusa a Deus: Por que, Deus, o Senhor deixou que isso acontecesse? Isso é culpa sua.
Uma menina furiosa ora a Deus: "Por que o Senhor permitiu que eu engravidasse, sabendo que ele não ia casar comigo?".
No primeiro caso, o pai nunca cuidou da sua saúde. Comia o que queria, na hora que queria. Dormia pouco. E se estressava muito, mas muito mesmo. No outro caso, a menina sai de casa contra vontade dos pais e se lança em um namoro. Embora sabemos que Deus não teve nada haver com tudo isso, eles agiram como se Deus fosse o culpado da suas atitudes irresponsáveis e que uma fé insana poderia salvá-los numa tremenda enrrascada.
Ou como alguns dizem: Como pode só Jesus salvar as pessoas? É como se você disse que um prédio de 100 andares só tivesse uma única porta de emergência.
Deus é o Criador. E nós? Somos aqueles que se rebelaram e partiram o coração de Deus. E Deus, em sua misericórdia manda uma única porta de emergência. E uma grande porta por sinal. E nós prefirimos ficar nos escombros do prédio do que passar por ela. Será que precisamos ficar indignados ou incredúlos ao invés de agradecidos e aliviados?
Não sei qual é a sua dúvida nesse momento. Mas será que não é uma questão de perspectiva? Encaixar as coisas em seu devido lugar, sempre ajuda. Não prefira usar um sapato de n° 36, se você calça n°40.
Por tanto, não prefira pensar como você, pois o segredo da fé é "pensar como o Criador".

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A realidade da proclamação


A proclamação (quer queira ou não) é uma realidade, não uma ilusão. Embora saibamos que se trata de uma das muitas realidades desprezadas, não será por isso, e nunca será, que a nossa obediência a ela deva ser colocada de lado; trata-se de uma verdade profunda e entrelaçada com a nossa obrigação aqui na terra. E não separada, como se fosse dois mundos a partes. É doloroso e “injusto” pensar que só um caminho leva ao Pai, e que obras nenhumas podem comprar esse direito, mas é a verdade. Pensar humanamente nisso é realmente doloroso e um fardo imenso a se carregar. Mas foi Deus que assim escolheu, e não nós, que temos visão parcial das coisas! Mas pensando verticalmente, vemos a bondade do Senhor, vemos o quanto Ele nos ama e quanto é injusto pensar em pagar o seu sacrifício com nossas obras imundas. Como podemos dizer que nós, pobres espelhos rachados, podemos avaliar e definir o preço a ser pago pelo nobre sangue de Cristo vertido naquela cruz. Não tem como. Não há pagamento que possamos fazer. Não há. Então, ao olhar para os lados, o que vemos? Pessoas, pessoas vivendo uma triste realidade: a uma eternidade sem Cristo que começa aqui. Há um só caminho, uma só porta e uma só estrada que conduz ao Pai. E perguntas inevitáveis vêm: será que temos vivido essa realidade tão desprezada por tantos cristãos? Será que temos proclamado o nome do único e verdadeiro Deus? Ou será que, como a maioria, somos apenas pessoas sem luz e sem sal, que só serve para ser jogado fora? Será que temos entendido a real necessidade de Cristo para esse mundo? Será que temos vivido para glória d’Ele? Cristão, está na hora de nos levantarmos e proclamar aquele que um dia voltará: o Cristo ressurreto! Não nos enganemos, sem Cristo uma pessoa só pode esperar a dura realidade da separação eterna de Deus. Não sei se vocês estão ouvindo, mas tem muita gente gritando desesperadamente para conhecer esse Deus maravilhoso que nós conhecemos. E, não quero um dia, ter que encarar um rosto, uma vida que eu não tenha falado de Cristo! Como uma amiga bem escreveu no seu Fotolog: “O que temos feito?” O mundo está precisando urgentemente de Cristo. Mas o que esperar se aqueles que o conhecem estão calados?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Tragédia ou um passo para seleção natural?

A revista Época de 15 de novembro desse ano, publicou uma reportagem com o título " Massacre no You Tube" acerca de um jovem de 18 anos que entrou armado na sua escola e matou 8 pessoas, na tranquila cidade de Tuusula, Finlândia.
Ele, Pekka-Eric Auvinen, divulgou suas ideias em videos no You Tube. Um deles é uma espécie de manifesto. "Eu sou um darwinista social", diz o jovem. "Não posso dizer que sou da mesma raça que essa miserável e egoísta raça humana. Eu evoluí um passo a mais. Estou preparado para lutar e morrer pela minha causa. Como um selecionador natural, eu vou elimanar todos os que eu não considero adaptados, desgraças da raça humana e falhas da seleção natural".
Somos mais inteligentes agora, dizem alguns. Crer em um Deus é matar o intelecto. Moral? Todos nós sabemos que não existe verdade absoluta. Cada um pode fazer o que quiser. Não! Isso não está é errado. Tudo é relativo. Não existe isso que chamamos de certo ou errado.
Ensinamos nas escolas que não há nenhuma diferença entre um homem e um porco. Somos todos evolução de um ancestral comum. Produtos de reações químicas que surgiram do nada pelo nada, e nos transformaram do nada em nada para o nada. Somos todos iguais, sejamos homens ou plantas.
Por que ainda nos importamos com cenas como essas? Por que choramos por essas 8 pessoas? O que Auvinen fez de errado para você está tão chocado?
A verdade é que quer creiamos ou não, a lei moral é tão presente em nossas vidas que não só acreditamos nela, como vivemos por ela. Deus nos deu a lei moral, o certo ou o errado. Não podemos fugir disso. Não podemos fugir da realidade de que há um Criador. Não somos, por mais atraente e convincente que possa parecer, produtos de causas-e-efeitos. Sabe por que nos incomodamos tanto com cenas como essas? Porque quando Deus nos criou Ele tinha algo melhor para o ser humano e pôs nas nossas mentes um senso de dignidade e direcionamento para o bem e o bom, para que nos choquemos com o ruim e o mal e não nos contentemos com a insignificância da valorização que homens super-inteligentes designam a cada um de nós nos dias atuais. Em outras palavras, há sim diferença entre o homem e o porco, entre o ser humano e a planta.
Auvinen usava uma camisa no seu vídeo que dizia: " Humanity is overrated", A humanidade é supervalorizada. Não acredito muito nessa frase hoje em dia. Acho que a frase certa seria: A humanidade é super-desvalorizada. Por quê?
Porque " criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou".
Gn 1:27
F. Mastrillo

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O dia sem fé e esperança.

Para nós, cristãos, não temos dúvidas que as palavras fé e esperança são palavras muito preciosas. Em mundo caido, deturpado e sombrio, a fé e a esperança nos dão motivo suficiente para continuarmos firmes e convictos que um dia Deus irá se manisfestar dando um fim a tudo isso. Recebemos golpes de tragédias, solavancos de noticias ruins, lutamos contra nossas falhas de caráter e seguramos o mais apertado possivel na fina, porém resistente, corda da fé que é entrelaçado com a esperança. Choramos pela dor daquilo que vem contra nós; caimos e levantamos, e tornamos a cair e levantar. Seguimos ora pelas montanhas, ora por vales fundos e escuros. Às vezes precisamos de uma mão para nos erguemos e recebemos um empurrão. Às vezes precisamos de uma palavra graciosa e recebemos um insulto. Somos bombardeados pela injustiça, pela miséria, pela desgraça, pelas dúvidas, pelos nossos erros e, de alguma forma, precisamos ficar lúcidos nesse mundo para que não sejamos agentes desses mesmos acontecimentos. A fé e a esperança em Cristo, nos proporcionam essa força desbravadora para a gente prosseguir nesse mundo carente de graça e repleto de desgraça. Por isso:

Eu espero ansiosamente um dia.
Um dia que não haverá mais a razão de se ter fé e esperança,
pois veremos aquele que tudo fez.
Como ter fé? Se podemos tocar
Como ter esperança? Se podemos ver
Seremos completos
Repletos de Deus
E a Sua glória nos transformará
Muito mas do que podemos imaginar
Não sei quando
mas aguardo o dia em que a minha preciosa fé e esperança
Não vão mais existir.
Algum dia, eu sei.
Mas somente nesse dia.
Enquanto isso, vou guardá-las como uma bem muito precioso.
E assim seguirei rumo a Cristo.


F. Mastrillo

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

POR QUE DEUS NÃO INTERVÉM?

Para começar, quero dizer que não sou qualificado para responder essa questão. No entanto, gostaria de fazer algumas observações acerca dessa pergunta intrigante. Vamos considerar que o contexto no qual está inserida essa questão seja o sofrimento e a existência do mal. Então, por que Deus não intervém?
A primeira observação que consigo fazer a respeito dessa questão, encontra-se no próprio homem. Vamos ser realistas, se Deus realmente interviesse, será que ainda existira a raça humana? "Por que estou falando isso?" Seria talvez a sua pergunta. Eu responderia que para quase 100% do sofrimento humano, 80% a 90% seria ocasionado pelo próprio homem. Não é verdade? Basta dar uma pequena espiada na História. Cruzadas, 1° e 2° Guerra Mundial, os campos de concentração, as outras guerras, o avanço tecnológico, as novas políticas mundias, as novas ideologias e tendências, os confrontos religiosos, os assassinatos, os roubos, as mentiras, a inveja e etc. Grande parte do sofrimento humano é gerada pelo próprio homem. Se Deus interviesse, com certeza teria que fazer de nós marionetes ou nos exterminar de uma vez por toda.
Segundo é nossa crença na imortalidade. Quando, geralmente, alguém pondera sobre essa questão, o seu íntimo está realmente querendo que Deus interviesse mais para que, ele mesmo, não tivesse que assumir as responsabilidades de cada decisão que deve tomar. Vamos supor que uma pessoa passou a vida toda comendo comidas gordurosas, vivendo uma vida de ócio e se estressando muito. Essa pessoa casa e têm dois filhos. Então, ela morre de um súbito ataque cardíaco. O seu filho, posteriormente, pergunta (não de uma forma normal e saudável como todos nós faríamos, ao invés disso, ataca Deus sem piedade): por que o Senhor não interviu? Mas vamos ser um pouco mais sensato. Por que o pai dele não parou de comer aquelas coisas ou por que o pai dele não começou tomar conta da sua saúde de maneira mais séria? A verdade, é que a crença da imortalidade que aquele menino tinha, nunca leva em consideração que Deus não é nenhum reparador de decisões mal feitas (e que geralmente são tomadas sem buscar sabedoria de Deus) ou um mágico da lâmpada, que responde a nossa petição instantaneamente como bem entendemos, sem pensar se aquilo nos fará mal ou não. Ele, o filho, não levou em conta que Deus nos atribui a responsabilidade de nossos próprios atos.
Terceiro (e último), é que aprendi que muito acerca de Deus é conhecido através de Cristo, ou seja, Jesus nos revela quem Deus é. Então, vamos observar como Deus agiu com Jesus, que é o próprio Deus encarnado. Cristo havia orado um pouco antes no Getsêmani para que Deus interviesse, para que Deus o poupasse daquela horrenda hora que se aproximava. A resposta de Deus a essa oração o levou a cruz, a tão temível cruz para os romanos e os demais. Então, pendurado naquele madeiro, Jesus clama para Deus intervir: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste, por que o Senhor, meu Pai, não intervêm? Essa não é uma lição para Jesus, é para gente.
Vamos considerar que Deus interviesse naquele momento. Então, estaríamos no pecado. Provavelmente, não estaríamos mais vivos. Provavelmente o mundo estaria num verdadeiro caos, sem nenhuma esperança e direção. Se Deus interviesse ali, não existiria o cristianismo e não existiria muita coisa que hoje existe. Talvez não existissem as Ongs, que foram fundadas primeiramente por cristãos; nem talvez existisse leprosários ( hospitais para leprosos, muitos deles fundados por crentes piedosos); entidades que ajudam os necessitados; nem algumas grandes faculdades de renome mundial. Nem talvez teríamos o exemplo de Madre Teresa de Calcutá que pedia para nosso Senhor para ver Jesus em cada mendigo. Talvez não existisse o A.A, fundado por cristãos e que tem ajudado milhares de homens e mulheres com problemas com o álcool. Tudo isso e muito mais que foram criados a partir da mensagem de Cristo e a confirmação da Sua divindade através da sua ressurreição (vale ressaltar que muito desses benefícios salvaram milhares de vidas). E se Jesus não morresse, Ele não ressuscitaria. Não haveria salvação, porque não houve um sacrifício completo, santo e poderoso como o do nosso Senhor para pagar a nossa divida, cancelando-a diante de um Deus santo e justo. E se Deus interviesse naquele momento, impedindo a morte de Cristo, então como poderíamos ter a certeza que existe vida após a morte? Como teríamos a certeza que existe um céu? Se ninguém foi até lá... Como teríamos a certeza que um dia Deus nos ressuscitaria, se não tivéssemos um exemplo como o de Jesus Cristo. Graças a Deus que Ele não interviu naquele momento. Agora paremos e ponderemos a respeito de tudo isso. E se Deus intervir.... Será que seria o melhor mesmo para nós?
F. Mastrillo